Recentemente, a ANEEL dispensou do monitoramento prudencial as unidades consumidoras com consumo igual ou menor que 9 MW médios. Medida excelente, que simplificou a vida de um número Elevado de empresas, dispensando-as de uma obrigação semanal bem trabalhosa.
O Monitoramento Prudencial foi incorporado ao ambiente regulatório da CCEE para acompanhar o risco dos agentes a partir de informações periódicas e verificáveis, dentro da estrutura criada pela REN ANEEL 1.072/2023 e operacionalizada pela CCEE. O envio das informações continua obrigatório para os agentes com consume maior que 9 MW médios e a CCEE realiza verificações sobre o que foi declarado.
Reunir as informações exigidas dentro do prazo, revisar arquivos e produzir todas as informações no formato exigido pela CCEE, semanalmente é um desafio e toma um bom numero de horas das equipes envolvidas. Quanto maior o número de unidades consumidora e de contraparte, maior o desafio da construção desse instrumento.
Outro desafio é reconstruir os dados quando de uma auditoria peça CCEE. Se os dados e relatórios não estão devidamente estruturados, há uma pressão muito grande para tentar reconstruir a lógica das exposições quando já deveriam estar apenas validando o que foi previamente organizado.
A Plataforma Digital Orange ajuda a simplificar esse processo. Em vez de concentrar esforço no fim, ela organiza contratos, documentos de suporte, bases operacionais, checkpoints internos e histórico das informações relevantes. Com poucos cliques o relatório do monitoramento é produzido na forma que deve ser enviado para a CCEE.
O efeito prático é simples: menos improviso, mais rastreabilidade e maior segurança na preparação das informações para atender às exigências do monitoramento prudencial sem transformar cada ciclo em uma operação de emergência.